Confraria do Atlético

Nação rubro-negra paranaense afina tamborins para cantar, exaltar e resplandecer nosso time do coração

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26 de março, data de fundação do Clube Atlético Paranaense é data oficial no Estado do Paraná reconhecida em lei aprovada pela Assembleia Legislativa. Aliás, esta distinção, clube de futebol laureado por lei estadual, só o Furacão, detém.

E neste destaque, a Assocap – Associação dos Sócios do Clube Atlético Paranaense convida nossa imensa torcida para realização de uma saudação sem igual à nossa agremiação, através das redes sociais. Vamos sacudir o meio esportivo nacional cantando e escrevendo nosso amor pelo rubro-negro da Baixada. Participe da mega saudação ao aniversário do Atlético, postando em seu twitter, facebook e outros. Convoque seus amigos para fazerem o mesmo e assim vamos ecoar o grito do Furacão por todos os cantos.

Arremate

1924: A FORÇA DE UMA FUSÃO - Havia uma zona em Curitiba conhecida por Quarteirão do Tigre, redondezas da Rua João Negrão, estendendo-se para oeste. Seria o que hoje é mais ou menos o Bairro Rebouças. Ali, jovens moradores formaram e denominaram duas equipes: Leão e Tigre. Em 1914, um jogo entre os dois foi vencido pelo Tigre pelo escore de 2 x 1 e na churrascada que se seguiu, em ânimo de confraternização, decidiram os dirigentes de ambas as facções fundirem-se a fim de disputar, em condições de igualdade, os torneios da cidade. Surgiu, assim, o Britânia Sport Club, nome dado em homenagem à Grã-Bretanha, berço do futebol.

O sucesso da nova agremiação foi indiscutível, embora em 1915, ano do primeiro campeonato organizado reunindo equipes de Curitiba e Paranaguá, tenha sido relegado à segunda divisão. No ano seguinte, todavia, já envergava um vice-campeonato. Curioso é que, em 1917, surgia uma figura interessante mas complexa, que mais tarde viria a ser conhecida como tapetão: o Britânia, inconformado com derrota diante do Coritiba, alegando prejuízos face arbitragem facciosa, desiste de repente do campeonato. Por outro lado, o América se vê na contingência de fundir-se com o Paraná, resultando daí o América-Paraná, nítido arranjo em termos de sobrevivência.

As ligas, então distintas em 1916, uniram-se, unificando também os critérios. Ficavam assim valorizadas as disputas diretas entre as equipes. Em conseqüência, o forte América-Paraná foi o campeão do ano. Mas vieram os anos de 1918, 1919, 1920, 1921, 1922 e 1923: hegemonia incontestável do Britânia. O hexacampeonato do Britânia fora um tormento! Uma pedra no sapato dos demais. O International e o América foram campeões, respectivamente, em 1915 e 1917. O Coritiba em 1916. Depois disso só deu Britânia, socialmente uma equipe frágil. Além disso, não possuía nem tradição nem popularidade e sequer dispunha de apoio de uma colônia. Apesar de tudo, abocanhou seis títulos seguidos.

Numa época de implantação como aquela, o fato era fundamentalmente negativo. A hegemonia de um grupo pequeno e isolado fatalmente abalaria o estímulo, o entusiasmo. O América, popularíssimo; o International idem, afora a cobertura que detinha dos tradicionais troncos provincianos; o Coritiba, toda uma colônia. O problema era sério. Não bastassem os brios altamente feridos! Além de tudo, alguns problemas paralelos: o América não havia pago dívida contraída perante a liga regional, resultando no fato de o campeão da segunda divisão, o Universal, solicitar inscrição na vaga naturalmente aberta pela punição de cancelamento incidente sobre o América.

O jogador americano, Ernesto de Moura Brito, mais do que depressa, paga a dívida junto à liga, o que a obriga a uma salomônica decisão: determinar jogo extra entre América e Universal, como critério para ocupar a tal vaga para o campeonato de 1923. O jogo transcorria normalmente e, quando estava 3 x 3, foi marcado um pênalti contra o América. Uníssono ao primeiro grito de Marrecão, capitão da equipe e expulso imediatamente, o América retira-se do gramado e perde a vaga por desistência. Três dias depois, como saída encontrada e já dando largas a comentários e desejos recônditos, próceres do América e do International reuniram-se para tratar da fusão entre as duas agremiações.

Mas discordaram quanto às cores da camisa. E nisso, passou-se um ano. Em março de 1924, porém, os dirigentes se entenderiam: o desportista Luiz Guimarães - Zalacain -, ex goal-keeper americano, empresário, jornalista e editor esportivo, ligado por laços de parentesco aos Gonçalves, família a que pertencia Marrecão, além de dar-se muito bem com a elite tradicional do International, teve ação decisiva relativamente às providências. Sob a presidência de Arcésio Guimarães, presidente do Internacional, uma Assembléia Geral aconteceu. A união de Internacional e América foi concretizadano dia 21 de março de 1924 e no dia 26, oficialmente, foi empossada a diretoria do novo clube.

Surgia, assim, o Clube Atlético Paranaense.



Última atualização ( Sáb, 17 de Março de 2018 19:01 )  

Santuário da Nação Rubro-Negra

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Projeto de Lei de Iniciativa Popular “Libera Cerveja”



DISPÕE SOBRE A VENDA E O CONSUMO DE BEBIDAS NAS ARENAS DESPORTIVAS E ESTÁDIOS NO ÂMBITO DO ESTADO DO PARANÁ.

Art. 1º – Este projeto de lei tem por objetivo regular a venda e o consumo de bebidas nas arenas desportivas e estádios no âmbito do estado do Paraná.

Art. 2º – A comercialização de bebidas nas arenas desportivas e nos estádios localizados no Estado do Paraná será permitida desde a abertura dos portões para acesso do público ao estádio até o final da partida, assim entendido o momento do apito final do árbitro.

Art. 3º – A única bebida alcoólica que poderá ser vendida e consumida em recintos esportivos é a cerveja, sendo proibida a venda e o consumo de quaisquer outras espécies de bebidas alcoólicas, sejam elas destiladas ou fermentadas.

Art. 4º – A comercialização de bebidas nas arenas desportivas e nos estádios somente poderá ser realizada em copos plásticos ou garrafas plásticas, descartáveis, admitido o uso de copos promocionais de plástico ou de papel.

Art. 5º – Cabe ao responsável pela gestão do recinto esportivo definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebidas serão permitidos.

Art. 6º – É vedada a entrada nas arenas desportivas e nos estádios de pessoas portando qualquer tipo de bebida.

Art. 7º – Fica proibida a venda e a entrega de bebidas alcoólicas, nos locais referidos nesta lei, a pessoas menores de 18 (dezoito), podendo os responsáveis responder civil e criminalmente nos termos da Lei Federal no 8.069, de 13 de julho de 1990, com as alterações da Lei Federal nº 13.106, de 17 de março de 2015.

Art. 8º – O descumprimento do disposto nesta Lei sujeita o infrator às seguintes penalidades, sem prejuízo da aplicação da Lei Federal nº 8.078, de 11 de setembro de 1990:

I – se consumidor, será advertido e retirado das dependências do recinto esportivo.

Art. 9º – Deverão ser colocados avisos em diversos setores das arenas desportivas ou estádios, com as seguintes mensagens: “Se beber não dirija, se dirigir não beba” e “É proibida a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.”

Art. 10º – As arenas desportivas ou estádios deverão veicular em sistema sonoro ou alto-falante, no mínimo 04 (quatro) vezes durante cada evento, as mensagens “Se beber não dirija, se dirigir não beba” e “ É proibida a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.”
Parágrafo único: Fica igualmente obrigada a divulgação das mensagens referidas no caput em telões ou letreiros luminosos nos recintos esportivos que disponham de tais recursos.

Art. 11º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

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