Confraria do Atlético

Invicto e guerreiro, Furacão é só alegria

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O Atlético Paranaense está na quarta fase da Copa do Brasil. A classificação ocorreu nessa quinta-feira (dia 15) à noite, em Fortaleza, com a vitória nos pênaltis por 6 a 5 sobre o Ceará, na partida de volta da terceira fase da Copa do Brasil. No tempo normal, houve empate em 1 a 1. No jogo de ida, na Arena da Baixada, houve empate em 0 a 0. O gol como visitante não é mais critério de desempate na competição. O adversário da quarta fase será conhecido em sorteio.

Esporte Line

Na decisão por pênaltis, acertaram para o Atlético: Guilherme, Lucho González, Paulo André, Zé Ivaldo, Ribamar e Pavez. O único a errar foi Carleto (goleiro defendeu). Converteram para o Ceará: Pio, Andrigo, Juninho, Romário e Richardson. E desperdiçaram: Felipe Azevedo (para fora) e Wescley (Santos defendeu). Os guerreiros: Santos; Wanderson (Zé Ivaldo), Paulo André e Pavez; Jonathan (Camacho), Rossetto, Raphael Veiga (Lucho González) e Carleto; Nikão, Guilherme e Ribamar. Técnico: Fernando Diniz

CONTUSÕES
O Atlético perdeu Bergson pouco antes do jogo, por dores musculares. Durante a partida, três atletas foram substituídos por lesão: Wanderson, Jonathan e Raphael Veiga. Em seguida, Rossetto e Carleto também sentiram dores e terminaram o jogo 'no sacrifício', já que não era mais possível fazer substituições. Camacho também precisou de atendimento no 2º tempo, por uma contusão na mão.

CALENDÁRIO
A Copa do Brasil é a única competição disputada pelo time principal do Atlético até agora em 2018. A equipe do técnico Fernando Diniz entrou em campo em quatro partidas até agora – Caxias (0 a 0), Tubarão (5 a 4) e Ceará (0 a 0 e 1 a 1). No Paranaense, o clube vem utilizando a equipe de aspirantes. Se não eliminasse o Ceará, o time principal do Atlético viveria um marasmo de um mês. Isso porque o próximo jogo oficial no calendário da equipe de Fernando Diniz seria o confronto com o Newell´s, da Argentina, pela Copa Sul-Americana, em 12 de abril.

PREMIAÇÃO
A classificação para a quarta fase da Copa do Brasil rendeu mais R$ 1,8 milhão ao clube. O Atlético já acumulou R$ 5,4 milhões de cotas na competição (R$ 1 milhão pela primeira fase, R$ 1,2 milhão pela segunda, R$ 1,4 milhão pela terceira e R$ 1,8 milhão pela quarta).

INVENCIBILIDADE
O Ceará completou dez jogos seguidos sem perder. O Atlético ainda não sofreu derrotas em 2018, contando as duas equipes (principal e aspirantes). Foram oito vitórias e seis empates até agora. Nessas estatísticas, valem apenas os placares do tempo normal (as decisões por pênaltis não contam).

ESCALAÇÃO
O Atlético não tinha Bergson, lesionado, Gedoz, liberado para resolver questões pessoais, e Thiago Heleno, suspenso. O técnico Fernando Diniz manteve o esquema tático 3-4-3 para atacar – na fase defensiva, a equipe fica postada no 5-4-1. A linha de três zagueiros tinha Paulo André (centro), Wanderson (direita) e Pavez (esquerda).

PRIMEIRO TEMPO
O Atlético começou com postura avançada, pressionando a saída de bola do adversário. Com a bola, tinha boas trocas de passes pelo centro (principalmente com Nikão, Guilherme e Rossetto) e avanços perigosos dos alas (Carleto e Jonahtan). O Ceará também tentava ser ofensivo, mas apostava nas bolas longas e arriscava lançamentos nas costas da defesa adversária, que jogava com a linha de impedimento avançada. O time paranaense fez 1 a 0 aos 13, em cruzamento de Carleto e finalização de Guilherme. Aos 32, Wanderson saiu lesionado. Entrou Zé Ivaldo. O Ceará empatou aos 33. Pio cruzou, Arthur ganhou no alto de Pavez e ajeitou de cabeça. Zé Ivaldo deixou Felipe Azevedo livre para cabecear: 1 a 1.

SEGUNDO TEMPO
No intervalo, Jonathan saiu lesionado. Entrou o volante Camacho, que fez sua estreia pelo Atlético. Com isso, Raphael Veiga passou a jogar na ala-direita e o esquema foi mantido. Aos 17, Veiga saiu contundido e entrou o volante Lucho González. Com isso, Rossetto passou para a ala-direita e o sistema seguiu o mesmo. O Atlético perdeu muita organização com as mudanças e passou a sofrer na marcação, permitindo vários contra-ataques perigosos do Ceará. Com a bola, o time paranaense construiu algumas boas jogadas enquanto teve 'pernas'. Com o tempo, os jogadores do Atlético passaram a sentir dores e cansaço físico. E a qualidade do jogo caiu.


ESTATÍSTICAS
Ao final dos 90 minutos, o Atlético somou 59% de posse de bola, 10 finalizações (3 certas), 96% de precisão nos passes e 2 escanteios. O Ceará teve 41% de posse de bola, 19 arremates (5 certos), 94% nos passes e 10 escanteios. Os dados dão do Footstats.

CEARÁ 1 x 1 ATLÉTICO (5 x 6)
Ceará: Everson; Pio, Valdo, Luiz Otávio e Rafael Carioca (Romário); Juninho, Richardson e Ricardinho (Douglas Coutinho); Felipe Azevedo, Andrigo e Arthur Cabral (Wescley). Técnico: Marcelo Chamusca
Atlético: Santos; Wanderson (Zé Ivaldo), Paulo André e Pavez; Jonathan (Camacho), Rossetto, Raphael Veiga (Lucho González) e Carleto; Nikão, Guilherme e Ribamar. Técnico: Fernando Diniz
Gols: Guilherme (13-1º) e Felipe Azevedo (33-1º)
Cartões amarelos: Rossetto, Guilherme (A).
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Local: Estádio Castelão, em Fortaleza (CE)
PRINCIPAIS LANCES
Primeiro tempo
4 – Cruzamento. Wanderson corta. Ricardinho pega o rebote na área e chuta perto, ao lado.
5 – Jonathan cruza rasteiro. Guilherme chuta sobre o gol.
12 – Boa troca de passes. Guilherme enfia e Ribamar fica na cara do gol, mas ele chuta no goleiro.
13 – Gol do Atlético. Carleto cruza da esquerda. Guilherme pega de voleio e marca um golaço.
33 – Gol do Ceará. Pio cruza da direita para a 2ª trave. Arthur cabeceia para o centro e Felipe Azevedo, também de cabeça, completa.
Segundo tempo
4 – Bom passe de Camacho. Rossetto entra livre na área e chuta cruzado. O goleiro espalma.
10 – Rafael Carioca chuta de longe. A bola desvia no árbitro e quase engana Santos, que se recupera e defende.
15 – Lançamento. Arthur ganha de Zé Ivaldo e sai na cara do gol. Raphael Veiga salva. A bola sobra para Andrigo, que cai ao dividir com Pavez e pede pênalti.
18 – Nikão chuta de fora da área. A bola vai ao lado.
25 – Pio chuta de longe. Santos segura.
47 – Falta perto da área. Carleto chuta forte. O goleiro espalma. Lucho manda o rebote sobre o gol.

Última atualização ( Sáb, 17 de Março de 2018 08:39 )  

Santuário da Nação Rubro-Negra

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Projeto de Lei de Iniciativa Popular “Libera Cerveja”



DISPÕE SOBRE A VENDA E O CONSUMO DE BEBIDAS NAS ARENAS DESPORTIVAS E ESTÁDIOS NO ÂMBITO DO ESTADO DO PARANÁ.

Art. 1º – Este projeto de lei tem por objetivo regular a venda e o consumo de bebidas nas arenas desportivas e estádios no âmbito do estado do Paraná.

Art. 2º – A comercialização de bebidas nas arenas desportivas e nos estádios localizados no Estado do Paraná será permitida desde a abertura dos portões para acesso do público ao estádio até o final da partida, assim entendido o momento do apito final do árbitro.

Art. 3º – A única bebida alcoólica que poderá ser vendida e consumida em recintos esportivos é a cerveja, sendo proibida a venda e o consumo de quaisquer outras espécies de bebidas alcoólicas, sejam elas destiladas ou fermentadas.

Art. 4º – A comercialização de bebidas nas arenas desportivas e nos estádios somente poderá ser realizada em copos plásticos ou garrafas plásticas, descartáveis, admitido o uso de copos promocionais de plástico ou de papel.

Art. 5º – Cabe ao responsável pela gestão do recinto esportivo definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebidas serão permitidos.

Art. 6º – É vedada a entrada nas arenas desportivas e nos estádios de pessoas portando qualquer tipo de bebida.

Art. 7º – Fica proibida a venda e a entrega de bebidas alcoólicas, nos locais referidos nesta lei, a pessoas menores de 18 (dezoito), podendo os responsáveis responder civil e criminalmente nos termos da Lei Federal no 8.069, de 13 de julho de 1990, com as alterações da Lei Federal nº 13.106, de 17 de março de 2015.

Art. 8º – O descumprimento do disposto nesta Lei sujeita o infrator às seguintes penalidades, sem prejuízo da aplicação da Lei Federal nº 8.078, de 11 de setembro de 1990:

I – se consumidor, será advertido e retirado das dependências do recinto esportivo.

Art. 9º – Deverão ser colocados avisos em diversos setores das arenas desportivas ou estádios, com as seguintes mensagens: “Se beber não dirija, se dirigir não beba” e “É proibida a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.”

Art. 10º – As arenas desportivas ou estádios deverão veicular em sistema sonoro ou alto-falante, no mínimo 04 (quatro) vezes durante cada evento, as mensagens “Se beber não dirija, se dirigir não beba” e “ É proibida a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.”
Parágrafo único: Fica igualmente obrigada a divulgação das mensagens referidas no caput em telões ou letreiros luminosos nos recintos esportivos que disponham de tais recursos.

Art. 11º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

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