Confraria do Atlético

Verdades de conduta da 'oposição fora de época' no Atlético Paranaense; Porque torcem contra?

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Como havia sido anunciado, nesta sexta-feira (3), organizadores do Movimento de Sócios Atlético na Libertadores. protocolou perante o Conselho Deliberativo do Furacão, impugnação ao requerimento apresentado pelos derrotados na eleição do clube em 2017. Coube ao Vice-Presidente do ‘CD’ Valdir Miguel, receber das mãos do conselheiro Doático Santos, documento oficializando postura da articulação dos sócios mostrando as mazelas daqueles que vem torcendo contra o nosso time no afã de tentar desgastar a atual direção atleticana. Veja na íntegra, texto protocolado:


Movimento dos Sócios  “Atlético na Libertadores 2018”

Ao Ilmo. Sr.
Dr. Mário Celso Petraglia
DD. Presidente do Conselho Deliberativo do CAP

Caro Presidente,

Nós, signatários do presente, sócios do Clube Atlético Paranaense, regularmente inscritos e, adimplentes com os compromissos para com nossa agremiação, diante de notícias veiculadas em nossa capital, tomamos conhecimento de requerimento pela realização de Assembleia Geral de nossa entidade clubistica. Razão pela qual, fomos nos inteirar dos pressupostos para tal requerimento e encontramos no mesmo, inconformidades estatutárias e legais, fato que nos levou à decisão de arguir a nulidade, daquela propositura e apresentar impugnação aos pedidos nela contidos, pelas razões que aduzimos:

01.    Não apresentam os requerentes, nenhum objeto ou quesito pertinente à deliberação. Pretensas alegações, mais se parecem com conversas de boteco, aonde foram colhidas a maioria das assinaturas que apresentaram. Ora, senhor presidente, a Assembleia Geral manifesta naqueles que formularam nosso estatuto clubístico, foi de instituí-la como órgão máximo, reservado à questões de alta relevância e tratamento de questões vitais em nosso convívio associativo e, não para aconselhamento da pintura de cadeiras do nosso estádio ou formulação de calendários para eventos;

01.1. Os requerimentos são, quase em sua totalidade, atinentes a deliberações que estão a cargo dos gestores do clube e não têm o menor comprometimento com o futuro e a sustentabilidade do CAP (por exemplo, ao querer influir nas fontes de receita o requerimento quer comprometer a capacidade do clube em pagar seus débitos – mais um ato populista dos “de novo”).

01.2. Tentar impedir que o clube realize eventos em nossa Arena é outro argumento covarde, digno de quem se esconde atrás da situação (que trabalha, planeja, arca com responsabilidades, contrata e etc) sugerindo posições que economicamente inviabilizariam investimentos do Clube. Mais uma sugestão populista e que tem diretamente relação com a responsabilidade do Clube em gerar receitas. O que se dever perguntar é, o que fariam os membros do movimento “de novo”? Já vimos que umas ações seria o rebaixamento do clube (testado e comprovado pela gestão de Henrique Gaede, Diogo Fadel Braz e Marcos Malucelli). Por outro lado, quem acredita que algo iria mudar na gestão encontra-se enganado, basta rememorar as declarações de Gaede quando exercia o poder dentro do clube, algumas delas, publicadas em nossos manuais de jogo – que por sinal serviam para autopromoção dos gestores que rebaixaram nosso Furacão, pela primeira e única vez desde que se iniciou nossa reformulação. Muito obrigado!

01.3. Com relação a reintegração de Marcos Malucelli ao quadro de sócios. Note Sr. Presidente , que o que querem os requerentes é a absolvição e reintegração de um sócios que foi excluído pela Câmara de ética e sequer questionou a decisão em juízo (porque sabe que suas chances de reintegração serão ZERO). Covardes, pedem que o AMIGO e companheiro de rebaixamento volte, querem na verdade a volta do tempo do “tapinha nas costas”, época que o Atlético era de poucos, pertencia a um grupo de amigos. Tanto é assim que Ibiapina, também condenado e pelos mesmos atos, sequer foi lembrado pelos “de novo”. Se não é amigo, todos os rigores contra ele. Já para nosso amigo Malucelli, a condescendência dos amigos do peito.
Todos sabem os reais motivos da exclusão, covardes, omitem a decisão e criam um motivo fictício justificando uma perseguição política para a exclusão de Malucelli.

Ignoram os requerentes que dois dos subscritores foram absolvidos no mesmo processo (Henrique Gaede e Diogo Fadel Braz) e, com a covardia que lhes é peculiar, omitem as decisões. Escondem a verdade. Para que sejam esclarecidos referidos fatos, solicitamos aqui cópia da decisão proferida pela Câmara de ética para que nossa nação tenha conhecimento dos fatos que levaram a exclusão de Marcos Malucelli e Ibiapina.

02.    As assinaturas pretendidas para cumprir o dispositivo estatutário, não alcançam o número necessário para embasar o pleito, e ainda, é voz corrente, entre os frequentadores dos botecos onde estavam hospedadas as listas para coleta de adesões, que a maioria das subscrições foram forjadas por falsificações primárias, fato que pode ser comprovado pela confrontação dos registros contidos no Espaço Sócio Furacão;

E para arrematar:

03.    É notório que esse grupo que tenta socorrer-se deste instituto da Assembleia Geral, nada mais é, do que o grupo que foi derrotado nas últimas eleições e que inconformado, perambula pelas cercanias do estádio Atlético Paranaense, como zumbis da “oposição fora de época”,  torcendo pelo insucesso do Furacão, especialmente, na jornada atual em que ensejamos a conquista de vaga para a  Libertadores. Tudo que possa ser negativo para o clube é visto por esse grupelho, como perspectiva de desgaste dos nossos dirigentes.

Sendo assim, esperamos deferimento, tanto na arguição de nulidade do pretenso pedido dos requerentes da Assembleia Geral, como a impugnação do mesmo.

Saudações Rubro-Negras,

Curitiba, 03 de novembro de 2017

Subscrevem

 

. Viterbo Machado de Medeiros Filho - RG 13381º

. Léia de Lima - RG 42883930

. Viterbo Machado de Medeiros Neto - RG 102269705

. Gilmar José Santos - RG 1300103-0

. Mauro de Sá Merlin - RG 1376090

. Ricardo Ferreira Cortese - RG 3913568-0

. Diomir Zanini - RG 30052218

. Endy Paulo Chaves - RG 932268

. Ronaldo Santos Carlos - RG 1971840

. Attílio S. Melluso Filho - RG 610523-8

. Samuel Cleber Gralak - RG 7700436-0

. Rodrigo Dziedzick - RG 5102335-8

Última atualização ( Sex, 03 de Novembro de 2017 19:54 )  

Santuário da Nação Rubro-Negra

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Projeto de Lei de Iniciativa Popular “Libera Cerveja”



DISPÕE SOBRE A VENDA E O CONSUMO DE BEBIDAS NAS ARENAS DESPORTIVAS E ESTÁDIOS NO ÂMBITO DO ESTADO DO PARANÁ.

Art. 1º – Este projeto de lei tem por objetivo regular a venda e o consumo de bebidas nas arenas desportivas e estádios no âmbito do estado do Paraná.

Art. 2º – A comercialização de bebidas nas arenas desportivas e nos estádios localizados no Estado do Paraná será permitida desde a abertura dos portões para acesso do público ao estádio até o final da partida, assim entendido o momento do apito final do árbitro.

Art. 3º – A única bebida alcoólica que poderá ser vendida e consumida em recintos esportivos é a cerveja, sendo proibida a venda e o consumo de quaisquer outras espécies de bebidas alcoólicas, sejam elas destiladas ou fermentadas.

Art. 4º – A comercialização de bebidas nas arenas desportivas e nos estádios somente poderá ser realizada em copos plásticos ou garrafas plásticas, descartáveis, admitido o uso de copos promocionais de plástico ou de papel.

Art. 5º – Cabe ao responsável pela gestão do recinto esportivo definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebidas serão permitidos.

Art. 6º – É vedada a entrada nas arenas desportivas e nos estádios de pessoas portando qualquer tipo de bebida.

Art. 7º – Fica proibida a venda e a entrega de bebidas alcoólicas, nos locais referidos nesta lei, a pessoas menores de 18 (dezoito), podendo os responsáveis responder civil e criminalmente nos termos da Lei Federal no 8.069, de 13 de julho de 1990, com as alterações da Lei Federal nº 13.106, de 17 de março de 2015.

Art. 8º – O descumprimento do disposto nesta Lei sujeita o infrator às seguintes penalidades, sem prejuízo da aplicação da Lei Federal nº 8.078, de 11 de setembro de 1990:

I – se consumidor, será advertido e retirado das dependências do recinto esportivo.

Art. 9º – Deverão ser colocados avisos em diversos setores das arenas desportivas ou estádios, com as seguintes mensagens: “Se beber não dirija, se dirigir não beba” e “É proibida a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.”

Art. 10º – As arenas desportivas ou estádios deverão veicular em sistema sonoro ou alto-falante, no mínimo 04 (quatro) vezes durante cada evento, as mensagens “Se beber não dirija, se dirigir não beba” e “ É proibida a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.”
Parágrafo único: Fica igualmente obrigada a divulgação das mensagens referidas no caput em telões ou letreiros luminosos nos recintos esportivos que disponham de tais recursos.

Art. 11º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

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