Confraria do Atlético

Confraria distribui informativo denunciando "meia Vinícius e Mafuz" por trama pra extorquir o Atlético

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Veja o editorial do informativo Contra-Ataque Atleticano distribuído neste domingo, assinado pelo Quarteto Forte da Confraria do Atlético, Watson Sfair, Rodrigão Dzick, Léo Garcia Dias e Josmar Senger:

Meia Vinícius tenta extorquir o Atlético, orientado pelo advogado de porta de vestiário, Augusto Mafuz

Depois de ter faltado ao Furacão na condição de jogador, procura forjar uma  situação para lesar o clube. Contratado num alto investimento, Vinícius apresentou pífio rendimento em campo, por se entregar às noitadas, farra, bebida e indisciplina.

O Atlético buscou intermediar transferência do jogador para outra agremiação, mas ele, Vinícius agarrado a um contrato defasado, mancomunou-se com seu procurador, ambos interessados em aferir polpudos rendimentos, mesmo sabendo que não darão retorno algum ao Furacão. Agora montam uma trama para tentar judicialmente uma ruptura lesiva ao Atlético Paranaense.

De um lado, para transferir-se ao Avaí, conforme tratativas do Atlético, jogador quer que o rubro-negro, além de 60% do salário, pague também luvas, em valores, de - nada mais nada menos - que R$ 1,5 milhão, para o período de abril/julho, quando então teria contrato firmado com um time alemão. De outro lado, exige através de ação extrajuducial reintegrar-se ao plantel principal e faz provocações aos dirigentes do CAT do Caju, visando liberação do contrato sem considerar os altos investimentos que o Atlético fez firmar compromisso com o mesmo, até 2018.

Aliás, nesta trama Vinicius foi buscar assessoramento jurídico do notório anti atleticano, Augusto Mafuz, advogado este, que é useiro e veseiro neste tipo de esperteza, tendo provocado prejuízos ao Furacão, em casos como dos atletas Nathan, Manoel e vários outros. Não é possível vermos e ouvirmos calados, este tipo de orquestração. Nosso clube tem sido modelo de administração para todo o futebol brasileiro e não podemos abrir a guarda, deixando caminho a esse tipo de malandragem.

Expressamos aqui o mais veemente repúdio, tanto ao meia Vinicius quanto ao dublê de advogado e comentarista, Augusto Mafuz.

Respeito ao Clube Atlético Paranaense!

Curitiba, abril de 2017

Torcida do Atlético Paranaense

Quadrado forte da Confraria do Atlético:
Watson Sfair; Rodrigão Dzick; Léo Garcia Dias e Josmar Senger

Última atualização ( Seg, 03 de Abril de 2017 16:53 )  

Santuário da Nação Rubro-Negra

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Projeto de Lei de Iniciativa Popular “Libera Cerveja”



DISPÕE SOBRE A VENDA E O CONSUMO DE BEBIDAS NAS ARENAS DESPORTIVAS E ESTÁDIOS NO ÂMBITO DO ESTADO DO PARANÁ.

Art. 1º – Este projeto de lei tem por objetivo regular a venda e o consumo de bebidas nas arenas desportivas e estádios no âmbito do estado do Paraná.

Art. 2º – A comercialização de bebidas nas arenas desportivas e nos estádios localizados no Estado do Paraná será permitida desde a abertura dos portões para acesso do público ao estádio até o final da partida, assim entendido o momento do apito final do árbitro.

Art. 3º – A única bebida alcoólica que poderá ser vendida e consumida em recintos esportivos é a cerveja, sendo proibida a venda e o consumo de quaisquer outras espécies de bebidas alcoólicas, sejam elas destiladas ou fermentadas.

Art. 4º – A comercialização de bebidas nas arenas desportivas e nos estádios somente poderá ser realizada em copos plásticos ou garrafas plásticas, descartáveis, admitido o uso de copos promocionais de plástico ou de papel.

Art. 5º – Cabe ao responsável pela gestão do recinto esportivo definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebidas serão permitidos.

Art. 6º – É vedada a entrada nas arenas desportivas e nos estádios de pessoas portando qualquer tipo de bebida.

Art. 7º – Fica proibida a venda e a entrega de bebidas alcoólicas, nos locais referidos nesta lei, a pessoas menores de 18 (dezoito), podendo os responsáveis responder civil e criminalmente nos termos da Lei Federal no 8.069, de 13 de julho de 1990, com as alterações da Lei Federal nº 13.106, de 17 de março de 2015.

Art. 8º – O descumprimento do disposto nesta Lei sujeita o infrator às seguintes penalidades, sem prejuízo da aplicação da Lei Federal nº 8.078, de 11 de setembro de 1990:

I – se consumidor, será advertido e retirado das dependências do recinto esportivo.

Art. 9º – Deverão ser colocados avisos em diversos setores das arenas desportivas ou estádios, com as seguintes mensagens: “Se beber não dirija, se dirigir não beba” e “É proibida a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.”

Art. 10º – As arenas desportivas ou estádios deverão veicular em sistema sonoro ou alto-falante, no mínimo 04 (quatro) vezes durante cada evento, as mensagens “Se beber não dirija, se dirigir não beba” e “ É proibida a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.”
Parágrafo único: Fica igualmente obrigada a divulgação das mensagens referidas no caput em telões ou letreiros luminosos nos recintos esportivos que disponham de tais recursos.

Art. 11º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

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