Confraria do Atlético

Torcida atleticana 'faz festa' nesta quarta-feira (14), 19:00 horas, para comemorar volta à Libertadores

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Com a presença dos presidentes Mário Celso Petraglia e Luiz Sallim Emede, do conselho deliberativo e administrativo do CAP, respectivamente, rubro-negros paranaenses festejam nova participação do Atlético no principal torneio do continente.

O evento, denominado Festa CAPGigante, acontece nesta quarta-feira (14), 19h, no barracão da Assocap – Associação dos Sócios do Clube Atlético Paranaense, localizado à rua Brasílio Itiberê, 3414, na mesma quadra da Arena da Baixada. Com muito samba e chopp gelado, confraternização vai lembrar também a conquista do  título de campeão estadual neste ano de 2016. É para revitalizar a alma, depois de uma temporada cansativa mas, altamente vitoriosa, diz Doático Santos, presidente da Assocap, sobre o encontro vermelho e preto desta tarde/noite.

Expectativa é grande por um pronunciamento do líder atleticano, Mário Celso Petraglia, enquanto o presidente Sallim deve reafirmar a convocação dos rubro-negros para uma fase de muita solidariedade para crescer na Libertadores. Aliás, esse  foi o tom do artigo publicado no site oficial, logo após o jogo do último domingo, e que reproduzimos aqui:

Sallim, coração e mente - Há um ano, vivíamos a eleição. Deixava minha casa, desviando da chuva e vivendo um clima diferente: de expectativa, forte disputa. Campanha com alguma turbulência, apesar de todos desejarem o bem do nosso Clube, mas com os caminhos e as escolhas diferentes. Buscava votos com o coração. Hoje, busco a mente, quero reflexão. Tarefa mais difícil.

Meu espírito sempre foi de confiança e não errei, pois os Sócios certamente decidiriam pela continuidade do melhor projeto, que transformou o ATLÉTICO de clube local na consolidação da melhor infraestrutura de Centro de Treinamentos e na mais barata, de melhor conforto, na mais bela Arena, sem “Lava Jato”.

Sou um homem simples, com história de vida semelhante aos torcedores. A grande diferença é o privilégio de tornar-me presidente do Clube, com as melhores perspectivas de continuidade de crescimento, muito à frente dos principais clubes da América, logo semelhante aos maiores do mundo.

Parafraseando: sonho que sonha só, continua sonho. Sonho que sonhamos juntos, transformamos...  Venha conosco nesta transformação. Esqueçamos diferenças, conflitos passados, atritos, derrotas e erros. Estas questões são tão menores quando comparadas com o desastre da Chapecoense. Devemos tirar lições e aprender que a união não se faz nas tragédias. A solidariedade, amizade, gratidão, empatia, respeito pelas diferenças e cores são cotidianas.

Aprendi um novo sinônimo de solidariedade e introduzo: COLÔMBIA. Povo de gestos singelos, atitudes fortes. Apenas as orações e aplausos eram capazes de reduzir a dor e aumentar a emoção.  Este episódio se repetiu no Couto Pereira. Igual emoção, mas com uma grande diferença, pois não havia inimigos, mas adversários fraternos, irmanados na perspectiva de um novo futebol solidário.

Uma faixa no estádio era marcante: Hoje não tem hino, não tem cores, não tem camisas, sem violência. Esse é o futebol...
A Chape deixou legado de gestão, eficiência, disciplina. Mas outro, que não imaginava, é a transformação do futebol em entretenimento, sem violência e ódio, com presença das famílias sem medo, compartilhamento, festa pelas vitórias e respeito nas derrotas. O futebol como agente de transformações sociais e de confraternização.

Não é ingenuidade ou sonho único, mas missão coletiva. Convido a todos torcedores, independentemente da preferência de clubes, para estarmos juntos e irmanados na solidariedade. Acredite… Faça... Coração e Mente para as ações de fraternidade e de paz. Façamos uma revolução da paz. Se o futebol, muitas vezes, por ser paixão, gera conflitos e se torna detonador de tragédias e tristezas, vamos nos irmanar com o espírito natalino e de novo ano e fazer dele, o futebol, o que sempre deveria ter sido: alegria. Revolucionemos, como Mahatma Gandhi: “A única revolução possível é dentro de nós.”

Que todos reflitam sobre o momento que estamos passando de pós-tragédia e nos espelhemos no exemplo daquela noite com os irmãos colombianos.


Última atualização ( Sex, 16 de Dezembro de 2016 17:40 )  

Santuário da Nação Rubro-Negra

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Projeto de Lei de Iniciativa Popular “Libera Cerveja”



DISPÕE SOBRE A VENDA E O CONSUMO DE BEBIDAS NAS ARENAS DESPORTIVAS E ESTÁDIOS NO ÂMBITO DO ESTADO DO PARANÁ.

Art. 1º – Este projeto de lei tem por objetivo regular a venda e o consumo de bebidas nas arenas desportivas e estádios no âmbito do estado do Paraná.

Art. 2º – A comercialização de bebidas nas arenas desportivas e nos estádios localizados no Estado do Paraná será permitida desde a abertura dos portões para acesso do público ao estádio até o final da partida, assim entendido o momento do apito final do árbitro.

Art. 3º – A única bebida alcoólica que poderá ser vendida e consumida em recintos esportivos é a cerveja, sendo proibida a venda e o consumo de quaisquer outras espécies de bebidas alcoólicas, sejam elas destiladas ou fermentadas.

Art. 4º – A comercialização de bebidas nas arenas desportivas e nos estádios somente poderá ser realizada em copos plásticos ou garrafas plásticas, descartáveis, admitido o uso de copos promocionais de plástico ou de papel.

Art. 5º – Cabe ao responsável pela gestão do recinto esportivo definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebidas serão permitidos.

Art. 6º – É vedada a entrada nas arenas desportivas e nos estádios de pessoas portando qualquer tipo de bebida.

Art. 7º – Fica proibida a venda e a entrega de bebidas alcoólicas, nos locais referidos nesta lei, a pessoas menores de 18 (dezoito), podendo os responsáveis responder civil e criminalmente nos termos da Lei Federal no 8.069, de 13 de julho de 1990, com as alterações da Lei Federal nº 13.106, de 17 de março de 2015.

Art. 8º – O descumprimento do disposto nesta Lei sujeita o infrator às seguintes penalidades, sem prejuízo da aplicação da Lei Federal nº 8.078, de 11 de setembro de 1990:

I – se consumidor, será advertido e retirado das dependências do recinto esportivo.

Art. 9º – Deverão ser colocados avisos em diversos setores das arenas desportivas ou estádios, com as seguintes mensagens: “Se beber não dirija, se dirigir não beba” e “É proibida a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.”

Art. 10º – As arenas desportivas ou estádios deverão veicular em sistema sonoro ou alto-falante, no mínimo 04 (quatro) vezes durante cada evento, as mensagens “Se beber não dirija, se dirigir não beba” e “ É proibida a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.”
Parágrafo único: Fica igualmente obrigada a divulgação das mensagens referidas no caput em telões ou letreiros luminosos nos recintos esportivos que disponham de tais recursos.

Art. 11º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

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