Confraria do Atlético

Furacão imbatível dentro de casa atropela Cruzeiro e volta ao G6; torcida vibra, vence e comemora

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Casa cheia e time guerreiro embalam o sonho de vaga na Libertadores. Pablo craque e pé quente faz o gol da vitória do rubro-negro paranaense: 1 x 0.

Esporte Press

Com domínio no primeiro tempo que redundou na vantagem, o Furacão não manteve na etapa final a mesma superioridade. Mas a esquadra atleticana conseguiu segurar a pressão do Cruzeiro em alguns momentos do segundo tempo e venceu o time mineiro por 1×0, neste sábado (29), na Arena da Baixada. E o resultado, combinado com o empate entre Corinthians e Chapecoense, recolocou o Furacão no G6 do Campeonato Brasileiro.

E manteve a melhor campanha como mandante na competição, com impressionantes 86,3% de aproveitamento, conquistando 44 dos 51 pontos que disputou na Arena (e um jogo na Vila Capanema) até agora. Paulo Autuori resolveu voltar ao esquema mais usado neste Brasileirão. Além da volta de Paulo André à zaga e da opção por Nicolas na lateral-esquerda, o treinador montou o Rubro-Negro com Hernani como volante, Pablo como um dos homens de ligação ao lado de Lucas Fernandes e Lucho González e com André Lima como centroavante. Sobrou para Matheus Rossetto.

Mais que isso, houve a mudança radical de posição da diretoria durante a semana, começando com a redução no preço dos ingressos e terminando com a liberação total das faixas, das bandeiras e da bateria da torcida organizada Os Fanáticos. Tudo para tentar criar um ambiente positivo para uma partida que se apresentava bastante difícil, mesmo que o Cruzeiro optasse pela Copa do Brasil e mandasse a campo uma formação mista.

Com festa de papel picado, fumaça colorida, e 20 mil torcedores nas arquibancadas, o Furacão viu que tinha um adversário que também queria jogar. Isso dava mais espaços para as saídas em velocidade, principalmente com Lucas Fernandes. Com melhor passe, Nicolas também aparecia na frente, e logo aos sete minutos Pablo e André Lima não conseguiram aproveitar a jogada do lateral. E foi com Nicolas que começou o lance do gol. Aos 13 minutos, em jogada ensaiada, o lateral cruzou e Pablo desviou. O que seria um toque para Paulo André na segunda trave acabou virando gol ao Manoel tocar na bola, enganando Rafael.

O árbitro anotou gol contra do ex-atleticano. Em vantagem, o Furacão passou a controlar o jogo, acertando a marcação em Arrascaeta, Ariel Cabral e Alisson, e saindo pelas laterais, principalmente em cima do lento Ezequiel. Os poucos momentos de perigo do Cruzeiro passavam pelo uruguaio. Aos 36 minutos, ele fez bela finta de corpo em Thiago Heleno e chutou à direita de Weverton – que, até ali, não tinha feito uma defesa sequer. E não fez até o apito final do primeiro tempo, que acabou sendo de amplo domínio atleticano.

Só que o camisa 12 e a defesa dos donos da casa tiveram que trabalhar na etapa final. Mais acertado no meio-campo, a Raposa passou a dominar a partida e criar oportunidades. Primeiro, Bryan cruzou e a bola passou por toda a área rubro-negra. Depois, Willian chutou forte e fez Weverton se esticar para defender. A providência de Paulo Autuori foi tirar Lucas Fernandes e colocar Nikão, pensando em ficar mais com a posse de bola.

A resposta dos mineiros foi a saída de Bruno Ramires para a entrada de Rafael Sóbis. O jogo do Cruzeiro era pela esquerda, em cima de Léo, que sofria para marcar Sóbis, Alisson e Bryan – e por isso Hernani ficou no setor para colaborar. E para dar fôlego ao meio-campo, João Pedro entrou no lugar de Lucho González, que teve atuação apagada. Mas o domínio seguia dos visitantes, e Manoel obrigou Weverton a fazer um milagre.

E pra botar pressão de vez, Ábila entrou no lugar de Willian. Preocupado, Paulo Autuori tirou André Lima e colocou Matheus Rossetto, protegendo ainda mais o sistema defensivo. E realmente foi a defesa que teve que trabalhar, principalmente Weverton, que defendeu arremates de Alisson e Rafael Sóbis. Hernani, de novo com grande atuação, era quem tirava o Furacão do sufoco com suas arrancadas. E com muita luta e boa estrutura tática, o Furacão segurou o Cruzeiro e garantiu o retorno ao G6.

Ficha técnica

BRASILEIRÃO
2º Turno – 33ª Rodada
Atlético 1×0 Cruzeiro
Atlético
Weverton; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Nicolas; Otávio, Hernani, Lucho González (João Pedro), Pablo e Lucas Fernandes (Nikão); André Lima (Matheus Rossetto).
Técnico: Paulo Autuori
Cruzeiro
Rafael; Ezequiel, Manoel, Bruno Rodrigo e Bryan; Ariel Cabral, Lucas Romero e Bruno Ramires (Rafael Sóbis); Arrascaeta (Alex), Alisson e Willian (Ábila).
Técnico: Mano Menezes
Local: Arena da Baixada
Árbitro: Marcelo Aparecido R. de Souza (SP)
Assistentes: Márcia Bezerra Lopes Caetano (FIFA-SP) e Alex Ang Ribeiro (SP)
Gol: Manoel (contra) 13 do 1º
Cartões amarelos: Thiago Heleno (CAP); Bruno Rodrigo (CRU)
Renda: R$ 374.745,00
Público pagante: 17.702
Público total: 19.992


Última atualização ( Sáb, 29 de Outubro de 2016 19:02 )  

Santuário da Nação Rubro-Negra

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Projeto de Lei de Iniciativa Popular “Libera Cerveja”



DISPÕE SOBRE A VENDA E O CONSUMO DE BEBIDAS NAS ARENAS DESPORTIVAS E ESTÁDIOS NO ÂMBITO DO ESTADO DO PARANÁ.

Art. 1º – Este projeto de lei tem por objetivo regular a venda e o consumo de bebidas nas arenas desportivas e estádios no âmbito do estado do Paraná.

Art. 2º – A comercialização de bebidas nas arenas desportivas e nos estádios localizados no Estado do Paraná será permitida desde a abertura dos portões para acesso do público ao estádio até o final da partida, assim entendido o momento do apito final do árbitro.

Art. 3º – A única bebida alcoólica que poderá ser vendida e consumida em recintos esportivos é a cerveja, sendo proibida a venda e o consumo de quaisquer outras espécies de bebidas alcoólicas, sejam elas destiladas ou fermentadas.

Art. 4º – A comercialização de bebidas nas arenas desportivas e nos estádios somente poderá ser realizada em copos plásticos ou garrafas plásticas, descartáveis, admitido o uso de copos promocionais de plástico ou de papel.

Art. 5º – Cabe ao responsável pela gestão do recinto esportivo definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebidas serão permitidos.

Art. 6º – É vedada a entrada nas arenas desportivas e nos estádios de pessoas portando qualquer tipo de bebida.

Art. 7º – Fica proibida a venda e a entrega de bebidas alcoólicas, nos locais referidos nesta lei, a pessoas menores de 18 (dezoito), podendo os responsáveis responder civil e criminalmente nos termos da Lei Federal no 8.069, de 13 de julho de 1990, com as alterações da Lei Federal nº 13.106, de 17 de março de 2015.

Art. 8º – O descumprimento do disposto nesta Lei sujeita o infrator às seguintes penalidades, sem prejuízo da aplicação da Lei Federal nº 8.078, de 11 de setembro de 1990:

I – se consumidor, será advertido e retirado das dependências do recinto esportivo.

Art. 9º – Deverão ser colocados avisos em diversos setores das arenas desportivas ou estádios, com as seguintes mensagens: “Se beber não dirija, se dirigir não beba” e “É proibida a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.”

Art. 10º – As arenas desportivas ou estádios deverão veicular em sistema sonoro ou alto-falante, no mínimo 04 (quatro) vezes durante cada evento, as mensagens “Se beber não dirija, se dirigir não beba” e “ É proibida a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.”
Parágrafo único: Fica igualmente obrigada a divulgação das mensagens referidas no caput em telões ou letreiros luminosos nos recintos esportivos que disponham de tais recursos.

Art. 11º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

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